Chegou o natal, fim de ano... E com ele todo o meu mau humor acumulado durante o ano inteiro. Um dois três... Acabou-se, um ano a menos. Graças a deus. As boas companhias não me faltam, me sinto na verdade mergulhada numa frustração gigantesca.
Acho mesmo que vou passar no natal sentada com cara de idiota, pensando em cada absurdo que a vida me ofereceu durante esse ano que (finalmente!) passou. Comemorar o que? As inúmeras brigas, as garrafas de cerveja os bares fechando, os idiotas que conheci ou a bela dor de cabeça com que eu acordei hoje? Um novo ano começa! Que ironia... Todos são iguais e todos bem sabemos disso, e eu não gastaria uma garrafa de champagne pra comemorar meu tédio social em família diante de uma mesa com umas comidas horríveis que graças ao bom deus, só se serve no natal.
O jeito é ir dormir, ou fingir que se vai, às oito e meia com a desculpa de ressaca, esperar que saiam e acender meu cigarro, servir minha dose, sem gelo com dois dedos de guaraná e esperar pra ver qual é a nova que a vida vai me proporcionar nesse ano novo.
Acho mesmo que vou passar no natal sentada com cara de idiota, pensando em cada absurdo que a vida me ofereceu durante esse ano que (finalmente!) passou. Comemorar o que? As inúmeras brigas, as garrafas de cerveja os bares fechando, os idiotas que conheci ou a bela dor de cabeça com que eu acordei hoje? Um novo ano começa! Que ironia... Todos são iguais e todos bem sabemos disso, e eu não gastaria uma garrafa de champagne pra comemorar meu tédio social em família diante de uma mesa com umas comidas horríveis que graças ao bom deus, só se serve no natal.
O jeito é ir dormir, ou fingir que se vai, às oito e meia com a desculpa de ressaca, esperar que saiam e acender meu cigarro, servir minha dose, sem gelo com dois dedos de guaraná e esperar pra ver qual é a nova que a vida vai me proporcionar nesse ano novo.

1 comentários:
Desistencia da vida não vale a pena minha cara, ela é bela e curta de mais.
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